quinta-feira, 14 de junho de 2018

REGRESSÕES AGRADÁVEIS

      Imagem relacionada


     Nem toda regressão traz uma lembrança de sofrimento de algo do passado, não. Há aquelas regressões relacionadas às lembranças positivas, como essas que presenciei:

# “Me vejo palestrando para muitos pais e mães num auditório lotado. Eu falo sobre educação infantil”;

#  “Entrei num cometa e lá dentro era tal qual uma espaçonave do futuro. Eu sabia guiá-la com segurança, conhecia cada instrumento e os utilizava adequadamente”;

# “Cheguei num quarto todo cor-de-rosa, cheio de brinquedos, espaço suficiente para eu brincar à vontade, as bonecas estavam organizadas nas muitas prateleiras juntas com as dezenas de jogos e todo tipo de brinquedos que poderia alegrar a vida de uma criança”;

# “Eu era mãe de 4 crianças lindas, ruivas, risonhas. Minha casa era bem simples, tínhamos poucos móveis, somente o necessário para viver bem. Nada nos faltava. Eu me sentia completa entre os cuidados com as crianças, tomava a frente da primeira etapa da alfabetização, as alimentava e nos divertíamos muito na natureza”;

# “Eu liderava um departamento relacionado à comunicação, a gestão era participativa e todos cooperavam nas etapas dos projetos, sucessos e responsabilidades compartilhadas. Sou feliz e minha dinâmica de vida pessoal e de trabalho são complementares”;

     Nossa “caixa preta” cerebral, está repleta de memórias que podem colaborar com nossos dias atuais. Sempre que nos ligamos as memórias saudáveis e alegres do nosso passado, nos sintonizamos com o bem, de várias formas, no presente.

     As memórias de vidas auspiciosas, trazem energias salutares para nosso presente, sendo o melhor tratamento coadjuvante para a boa saúde.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

EU, TERAPEUTA


Quando movimentamos processos terapêuticos 
onde o autoconhecimento está envolvido, 
a primeira pessoa mexida é o/a 
TERAPEUTA.

Nossa! Um dia de cada vez, 
e todos os dias juntos fazem todo o sentido.

Eu atendo e sou atendida simultaneamente. 

Fico impressionada com tudo que ouço e que recebo. 
Ser terapeuta é um movimento de amor e gratidão. 
Gratidão pelo aprendizado, pelas lindas histórias, 
gratidão por poder colaborar, por escolher caminhar junto, 
gratidão pela permissão desse caminhar... 
são muitas emoções!

Sinto a natureza humana machucada, 
cansada e precisando de um apoio robusto. 
Confiança é minha decisão, estou nesse 
caminho para “dar a mão”.

Histórias de amor, de companheirismo e cumplicidade;
histórias de paixão, dominação e dor; 
histórias de nascimento e morte; 
muitas histórias compartilhadas.

Gostaria de receber uma pergunta sua 
sobre a Psicoterapia Reencarnacionista.
Me envia um e-mail

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

É COMUM NAS REGRESSÕES

  • Descrição de ambientes da idade média (de várias culturas);
  • O retorno ao ponto de origem do espírito;
  • Retorno ao um ponto de origem de alta tecnologia, indescritível aos nossos conhecimentos atuais;
  • Descobrir que é de outro planeta;
  • Entender a missão de vida;
  • Identificar a personalidade congênita;
  • Fazer parte de equipe de resgate espiritual;
  • Recordar outras passagens pelo umbral;
  • Retornar a um lugar conhecido no astral;
  • Reencontrar espíritos conhecidos, em lugares conhecidos, fazer tarefas conhecidas;
  • Reconhecer o plano espiritual do período intervidas;
  • Encontrar com familiares desencarnados há décadas;
  • Passar por sessões terapêuticas no astral;
  • Após reequilíbrio terapêutico, limpar a memória e tudo ficar claro;
  • Estudar, se atualizar academicamente;
  • O desejo de retornar ao plano físico;
  • Desejar se preparar melhor para retornar à vida física, após lembrar-se da missão do nascimento;
  • Ser fortemente apoiado pelo mentor/a no retorno ao plano espiritual.

NÍVEIS DE ATUAÇÃO da PR e da RT


A Psicoterapia Reencarnacionista (PR) e a Regressão Terapêutica (RT) evoluem da seguinte forma:

1- Básico: Iniciamos a terapia focados nos 6 primeiros encontros, sendo, parte regressão e parte terapia. Ao final desta série de encontros, inevitavelmente, aconteceram mudanças, incômodos, vontade de ir adiante, pois revelações movimentaram nossas emoções e nos puseram a caminhar.


2- Avançado: Caminhando em busca da autocompreensão, iniciamos a etapa de eliminação das pendências e seguimos com mais confiança rumo a missão de vida.

As sessões são semanais e ao final de 2 meses podemos iniciar o nível Avançado da terapia.

Agenda de 2018 aberta a partir do dia 8/janeiro.

Outras perguntas escreva para
v.psic.reencarnacionista@gmail.com
ou
Fale comigo via WhatsApp
whats api.whatsapp.com/send?1=pt_BR&phone=5561981721722

terça-feira, 28 de novembro de 2017

MORTE NEONATAL – REGRESSÃO TERAPÊUTICA (PARTE III ) O RETORNO

PARTE I - NÃO QUERO NASCER
https://vanja-psicoterapiareencarnacionista.blogspot.com.br/2017/11/morte-neonatal-regressao-terapeutica.html

PARTE II - NO ASTRAL
https://vanja-psicoterapiareencarnacionista.blogspot.com.br/2017/11/morte-neonatal-regressao-terapeutica_28.html



Agora vejo mamãe grávida entrando num hospital de cadeira de rodas. Papai a leva para uma cirurgia. Sua barriga é cortada, o médico tira o bebê, ele chora.
O anjo que está lá em cima diz: “Voltei!”.
Mamãe me segura e chora de emoção, sou levado para os primeiros cuidados hospitalares. Os médicos vão fechar o corte, mamãe pensa: “Eu consegui!”
Agora no quarto, ela me recebe ao colo, papai chega, estamos felizes. Eu sou saudável e sorrio.
Estamos indo para casa! Sou uma menina!

Mamãe está radiante! Tudo parece calmo!

MORTE NEONATAL – REGRESSÃO TERAPÊUTICA (PARTE II) NO ASTRAL

PARTE I


Minha família sumiu, eu fiquei só observando.
Vou subindo, subindo, digo que cumpri minha missão. Vou deixar outra pessoa em meu lugar. Na programação dessa vida eu não poderia me mexer, e se tivesse nascido, seria paralítico. Foi melhor assim, todos serão mais felizes com a outra criança.
Enquanto subo, sinto que minhas pernas foram cortadas do joelho pra baixo, estou sem minhas pernas, estou ensanguentado! Eu não queria isso, prefiro a morte a viver essa situação. Peço perdão por ter desistido, mas eu não conseguiria viver de novo sem as pernas.
Vejo flashes de uma mulher desesperada, cabelos compridos, sangrando, sem as pernas. Muita confusão, gente correndo! A mulher é colocada numa maca, pernas enfaixadas, muitas pessoas machucadas, era um acampamento de guerra.
Pessoas sem braço, a mulher pensa em se matar e pede pros médicos acabarem com ela.
Alcança uma faca, enfia no coração e acaba a dor. Ela se liberta aliviada, agradece por ter sido libertada, nunca mais vai querer viver isso, prefere a morte a ficar imobilizada!
Agora me recordo, sou eu a mulher sem pernas e o bebê natimorto, são minhas vidas.
Vou voando leve, rindo de felicidade, estou com minhas pernas mas não sinto elas. Quero correr, fugir. Estou voando livre como espírito, mas não sinto minhas pernas. Meus joelhos doem. 
Sei que estou fazendo uma terapia de regressão, tenho vontade de gritar socorro e sair correndo, mas não consigo. Sinto vontade de sair dessa situação, sair correndo, gritar, mas não tem como.
Um anjo observa a cena, eu peço ajuda e ele me estende a mão, saímos voando.
Sentamos diante de um homem de barba branca e cabelos brancos.
Ele me pergunta: “Porque você fez isso?”
Me ajoelho, choro, peço perdão! Digo que vou pagar pelo que fiz, imploro para parar de sentir essa insuportável dor nos joelhos!
Ele põe a mão na minha cabeça, diz que vai ficar tudo bem.
Proponho que eu sinta a morte de novo, conheço essa mulher, reencarno no bebê...
O ancião segura minha mão e diz que vai ficar tudo bem. Pede para eu deitar e coloca as mãos nos joelhos. Eu ouço: “Agora você vai ser capaz de andar com as próprias pernas, está livre. A dor e sofrimento que você causou acabaram, isso faz parte da vida que passou, você não está mais nela. Eu amo você! Você sempre vai estar perto de mim!”
Sinto seu abraço amoroso, choro e agradeço. Pulo e corro para ver como estão meus joelhos. Sinto gratidão, mas também tristeza pelo que aconteceu.
O ancião põe a mão na cabeça e me leva por um campo florido. Fui recebido por muitas pessoas que vêm me abraçar. Me despeço sorrindo do anjo e do ancião. Celebro com as pessoas dançando. Me sinto vencedor.

Ouço na minha mente “Seja Plena!”.

MORTE NEONATAL – REGRESSÃO TERAPÊUTICA (PARTE I) NÃO QUERO NASCER


Sinto uma leveza, não vejo nada, corpo relaxando, não vejo imagem, sinto corpo bem disperso.
Estou voando solto no espaço, sensação de flutuar no vazio, escuro, lugar amplo.
Ninguém perto, me sinto leve, fico pra lá e pra cá flutuando.
Tento pedir ajuda, mas ninguém me ouve, estou esquecido.
Fico procurando uma saída, um lugar pra luz mas não encontro.
Tenho vontade de sair desse lugar, é como se eu tivesse preso.
Estou atordoado, querendo sair, mas não encontro saída.
Tenho vontade de gritar, mas parece que não tem ninguém por perto.
Sinto meu corpo se dissolvendo ou parte dele, estou na água.
Escuto meu pai falando comigo: “vem filho!”
Estou dentro de uma barriga, mas não entendo bem o que está acontecendo.
Uma certa ansiedade, estou grande dentro da barriga da mamãe.
Estou tenso! Minha mãe está gritando!
Não sei porque ela está gritando, fico confuso, não sei se sou o bebê ou a mulher!
Estou morto, mamãe paralisada com a mão na barriga. Grita desesperada e começa a andar de um lado para o outro.
Um médico tenta acalmar, fala que o bebê está morto na barriga.
Eu sou o bebê ali inerte na barriga!
Mamãe inconsolável, revoltada, não aceita.
Papai parece tenso, está sofrendo e muito preocupado em consolar mamãe.
Eu ouço: “Tira isso daqui! Tira esse bebê de mim!”
O bebê tem expressão serena e sem vida, papai diz que vai levá-la ao hospital, ela não quer ir, está histérica.
- “O que eu fiz? O que eu fiz?” – grita mamãe – A culpa é sua, bate e chuta. Tem outra criança pequena chorando, vendo os pais brigarem. Papai manda ela sair, mamãe chora e grita
“Tira isso daqui!”.  Sinto essa rejeição e choro.
Mamãe parece mais calma, está sozinha – “O que vou fazer agora?”
Não aceita ajuda de ninguém – “Eu não queria que isso tivesse acontecido!”
Vejo mamãe no meu enterro chorando.
O caixão é pequeno, branco e com uma cruz em cima. Está muito frio, o lugar é solitário.
Mamãe se agarra no caixão – “Meu filho, meu filho!”, eu choro.
O caixão é sepultado, jogam terra, mamãe grita, papai apoia.
Mamãe está fraca, muito fraca. As pessoas se despedem dela, mas ela continua ali.
O bebê fala: “É assim mesmo mamãe, eu cumpri o meu papel e você não precisa chorar mais.”
Mamãe está revoltada e pergunta “Porque você fez isso comigo? Porque?”
O espírito do bebê fica em cima da cama como se fosse um anjo.
Durante a regressão, sinto minhas pernas paralisarem, uma dor nas pernas, como se tivesse imóvel.